Maratona Enem em alta: como sono e alimentação podem aumentar sua nota nos estudos
A Maratona Enem dispara nas buscas durante a reta final dos preparatórios para o exame nacional. Estudantes que estudam muitas horas sentem fadiga, ansiedade e dificuldade de concentração. Além disso, muitos negligenciam dois pilares simples: sono e alimentação. Contudo, pesquisas mostram que esses dois hábitos influenciam diretamente a memória e o raciocínio durante a prova. Tecnologia e inteligência artificial internacional: Bolsa já vive a…

O portal DNN Saúde reúne orientações baseadas em evidências para ajudar quem prepara o Enem a estudar com mais foco e chegar ao dia da prova com energia estável.
Sono consolida a memória de quem estuda muito
Durante o sono profundo, o cérebro transfere informações do hipocampo — área responsável pelo armazenamento temporário — para o córtex cerebral, onde ficam os recuerdos de longo prazo. Portanto, estudar 10 horas e dormir apenas cinco reduz a eficácia da revisão.
O Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pneumologia recomendam entre sete e nove horas de sono para jovens adultos. Ademais, manter horários regulares estabiliza o ritmo circadiano, que controla o alerta mental e o metabolismo.
| Duração do sono | Foco nos estudos (estimado) | Risco de cansaço mental |
|---|---|---|
| 5 horas ou menos | Baixo | Alto |
| 6 a 7 horas | Moderado | Médio |
| 7 a 9 horas | Alto | Baixo |
| Mais de 10 horas (crônico) | Moderado | Médio |
No entanto, dormir demais também traz letargia. O estudante deve buscar a janela de sete a nove horas e evitar sestas maiores que trinta minutos antes das revisões noturnas.
Comer bem evita o efeito sanfona de energia no estudo
Acesso rápido ao cérebro da glicose influencia a concentração. Entretanto, refeições ricas em açúcar refinado provocam picos seguidos de quedas bruscas de glicemia, e o estudante sente sono logo depois do lanche.
Ademais, gorduras boas — presentes na castanha-do-Pará, nas nozes e no azeite — acompanham a formação das membranas dos neurônios. Por conseguinte, pequenos lanches com proteína e gordura ajudam a manter o foco durante sessões longas da Maratona Enem.
| Lanche típico | Energia ao longo do tempo | Adequado para revisões longas |
|---|---|---|
| Bolo com chá doce | Pico rápido, queda em ~1 hora | Não |
| Torrada com ricota e castanhas | Estável por 2 a 3 horas | Sim |
| Banana com aveia e mel | Estável por ~2 horas | Sim |
| Refrigerante e salgado frito | Pico rápido, queda em ~45 min | Não |
Em contrapartida, o estudante que pula o café da manhã costuma apresentar irritabilidade e dificuldade para resolver questões de matemática no início do dia.
Hidratação influencia a velocidade do raciocínio
Perder apenas dois por cento do peso corporal em água reduz o desempenho cognitivo e aumenta a percepção de esforço mental. Portanto, manter uma garrafa próxima da mesa de estudos melhora a agilidade nas resoluções.
Além disso, café da manhã com frutas ricas em água — como melancia e laranja — contribui para a hidratação antes das primeiras sessões intensas.
Café tem lugar, mas com limite
A cafeína aumenta o alerta por duas ou três horas. Contudo, doses acima de quatrocentos miligramas por dia elevam a ansiedade e prejudicam o sono noturno, inclusive em jovens saudáveis.
O estudante deve tomar café antes do meio da tarde e evitar energéticos antes de deitar, porque a substância demora até seis horas para perder metade do efeito no organismo.
Rotina prática para a reta final do Enem
- Durma entre sete e nove horas com horário fixo para acordar, inclusive nos finais de semana.
- Faça revisões curtas de quarenta e cinco minutos seguidas por pausas de dez, portanto o cérebro descansa sem perder ritmo.
- Tome lanches com proteína e gordura boa antes das sessões mais difíceis, como matemática e ciências da natureza.
- Beba água a cada hora de estudo contínuo.
- Evite telas trinta minutos antes de dormir, pois a luz azul atrasa a liberação do hormônio do sono.
No entanto, mudanças bruscas na dieta ou no sono na semana anterior à prova costumam gerar desconforto. Por outro lado, pequenos ajustes progressivos trazem resultados mais duradouros até o dia do exame.
O dia da prova exige estratégia física também
No domingo do Enem, o estudante deve repetir a refeição que já testou nos simulados para evitar surpresas no estômago. Ademais, ele leva água e uma barra de cereal ou chocolate meio amargo para a pausa entre as etapas.

O corpo cansado erra mais por desatenção do que por falta de conteúdo. Por conseguinte, sono e alimentação funcionam como multiplicadores da preparação acadêmica na Maratona Enem.
Leia tambem
- Influenza em Alta: Como a Nutrição Inteligente e a Ciência Internacional Ajudam na Prevenção (saude.pnn.lat)
- Crise Econômica e Nutrição Preventiva: Como o Tarifaço e a Alta do Etanol Ameaçam a Qualidade da Alimentação no Brasil (saude.pnn.lat)
- Brasil Soberano 3 e a Virada Elétrica: Como R$ 18,5 Bilhões Podem Impulsionar a Indústria Automotiva Nacional (carros.pnn.lat)
- A dívida pública brasileira cresce e afeta bem-estar psicológico dos cidadãos (saude.dnn.lat)
- Espanha e Marrocos: tensões migratórias e os riscos à saúde mental da população local (saude.dnn.lat)
